Mostrando postagens com marcador Resenhas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Resenhas. Mostrar todas as postagens

sábado, 20 de setembro de 2014

Resenha - A Elite

Animadíssima, essa era a palavra que me descrevia quando comecei a ler A Elite, agora se o livro sanou minhas expectativas? Juro que ainda não descobri, passaram por mim tantas emoções, que não sei como lidar com as mesmas.

Vídeo Opinião


Resenha Escrita

Confesso que devorei os primeiros capítulos, estava mais que encantada com o meu casal favorito, até a festa de Halloween, foi uma das cenas mais lindas de todo o livro, mas então, Marlee e Carter, o que me fez chorar, sei que já havia lido isso no conto 'O Guarda', mas ler pelo ponto de vista da America foi mais um turbilhão de emoções. E então começou o melodrama Aspen e America, que me desanimou muito. Eu não consigo gostar de Aspen com a America, simplesmente não consigo, mas então o melodrama passou e começaram as brigas de Maxon e America, mais momentos complicados para eu avançar na leitura, mas então tudo passou, e quase no final do livro, eu não conseguia parar de ler, praticamente deixei de almoçar para curtir o livro, e assim, sem mais nem menos, esqueci toda a raiva que passei com o lenga-lenga do Aspen, chorei, confesso que chorei, ri e me descabelei, e não aguentei esperar nem dois minutos para começar a ler A Escolha e finalizar com chave de ouro mais uma série que se tornou minha queridinha.


terça-feira, 19 de agosto de 2014

Resenha - A Seleção

Então eu finalmente li ao primeiro volume da trilogia, que não será mais trilogia, tão queridinha do momento, A Seleção.


Quem leu as resenhas de 'O Príncipe' e de 'O Guarda', percebeu que me apaixonei de cara, e estava muito ansiosa para ler todos os livros, então a leitura desse volume era algo bem desejado, e é claro que não me decepcionei.
Esse livro trás a narração pelo ponto de vista de America, seus pensamentos, suas emoções, ela é uma personagem muito fácil de se apegar, e é ruiva, o que aumentou minha adoração por ela. No começo, senti um pouco de Jogos Vorazes em toda essa coisa de um programa televisivo em uma distopia futurista, em que os Estados Unidos da América se tornou Iléa e voltou a ser uma monarquia, e no sistemas de Castas, que vão do 1 ao 8, sendo 1 a família real e 8 pessoas que mal tem dinheiro para comer, vi muita coisa dos distritos, mas deixando essa comparação piégas para trás, vamos falar do Aspen.
Como li 'O Príncipe' antes de ler 'O Guarda' tive mais tempo de me apaixonar por Maxon, 'A Seleção' só me confirmou mais ainda que sou Maxon all the way, mas confesso que meu coração balançou por Aspen, criar um personagem tão cabeça dura e orgulhoso, é um contraste legal com a figura do "Príncipe Encantado" que é o Maxon. 

Outras personagens que achei muito bem construídos foram, Lucy, uma das criadas de America, e toda sua história com os rebeldes, eu achei simplesmente fantástico os detalhes que a Kiera colocou nessa personagem e também na irmã da rainha, com seus sentimentos e sua amizade com a bebida. São detalhes que para mim fez toda a diferença, e mostra que o livro é bem mais que só mais um triangulo amoroso.
Tratar de romance é sempre complicado, mas acredito que o livro é muito, muito mais que isso, acho que a distopia que a autora criou foi algo muito interessante, apesar de no momento ser um tema um pouco clichê essa coisa de poder nas mãos de uns e rebeldes atacando tais pessoas, creio que ela quis retratar a mais, senti que ela quis retratar a opressão que o poder gera nas massas, e como é fácil manipular as massas, mesmo tendo os rebeldes para lutar contra essa alienação. 

Confesso que A Seleção não é um livro que iria agradar a todos os públicos, creio que nenhum livro agradaria, mas esse está bem longe disso, pois sei que algumas pessoas vêem ele apenas pelo romance, mas quando esses detalhes me chamaram a atenção, me apaixonei ainda mais e não vejo a hora de ler os outros dois. 

Nota:

  

Se você quer ler um romance, é um ótimo livro e se você quer ver alguns assuntos que fogem do que é apresentado por ai, também é um ótimo livro.

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Resenha - Branca de Neve e o Caçador

Para quem acompanha o blog sabe que Branca de Neve é minha princesa favorita, mas a releitura Branca de Neve e o Caçador, o filme, não teve nada de querido por mim, o livro por outro lado, como eu tinha esperanças quando comprei, não foi tão ruim quanto o filme.


Não esperava muito deste livro quando comecei sua leitura, mas confesso que me surpreendi, a autora conseguiu colocar o roteiro de um filme péssimo em um livro bom.
A estória se assemelha ao filme, sem muitas mudanças, mas a narração é gostosa, e retrata a Branca de Neve como eu sempre a imaginei, forte e guerreira, confesso que o que contribuiu muito para eu gostar desse livro foi o fato de, apesar de trazer a Kristen Stewart (que eu detesto) na capa eu pudi imaginar a minha Branca.
Com o livro a estória se aprofundou mais e pudemos conhecer muito melhor os personagens e suas emoções e confesso que me apaixonei muito, muito mais pelo Eric, o Caçador.

Apesar de adorar a mocinha, confesso que minha paixão neste livro se concentrou boa parte na Ravenna, a rainha má, a atriz escolhida no filme não precisou se alterar na minha imaginação, ela era simplesmente perfeita.

Pra quem gosta de ação e fantasia, é uma ótima pedida, um livro leve, e bem curto, pois sua diagramação, que é linda, ocupa muitas páginas então o livro é bem mais curto do que aparenta.


Nota:

  

O livro é bom, a estória também, mas sou muito exigente com releituras de Branca de Neve, haha.


terça-feira, 5 de agosto de 2014

Resenha - Saga Bela Adormecida, Adormecendo na Escuridão

Confesso que a Bela Adormecida nunca foi meu conto de fadas preferido, sempre achei ele sem sal e sem magia, mas, a releitura que a autora K. F. Zacharias fez do livro mudou minha opinião por completo, e agora esta versão é com toda certeza um dos meus "contos de fadas" preferidos.


A narração em terceira pessoa fluí deliciosamente entre as palavras, apesar da mudança de tempo ser brusca e sem anuncio prévio, ela é delicada e está ali por um motivo, explicar algo necessário para os próximos capítulos.

A história começa no conturbado reino de Valescia, subdividido em quatro povos dominantes, Veins, Touls, Cerks e Langs, cada um com uma conexão especial com os elementos. Com uma guerra incessante entre os povos, Raphael Hart, que não pertencia a nenhum dos povos, decidiu fazer o ritual do poder, criando assim um eleito de cada povo e a si mesmo como a conexão entre eles, unificando os povos em um reino mais pacífico, por assim dizer.
Mas do momento que o ritual do poder já não gerava o poder suficiente para que eles cumprissem sua missão de proteger Valescia e seu povo, eles decidem fazer outro ritual, dessa vez com sacrifício, mas este então dá errado, gerando assim o poder da nossa Rainha malévola: Radassa.

Após anos de amedrontamentos impostos por Radassa, chegou a vez da profecia se concretizar, os novos Eleitos seriam o que decretariam o fim dos confrontos de Radassa. 
A princesa Aurora, descendente de Raphael Hart, é a eleita do espírito, a conexão entre todos os outros eleitos, que são encontrados entres os povos logo após o nascimento de Aurora, para ser feito o ritual de poder para que a princesa seja enviada para longe sob a proteção das três irmãs protetoras.

Então os eleitos são treinados no castelo, e a princesa treinada pelas irmãs, esperando o momento do confronto final com nossa vilã.

O enredo é cheio de reviravoltas deliciosas, que não irei me adentrar em detalhes para não estragar a surpresa. A cada palavra que se passa você fica mais envolvido e não consegue largar o seu leitor de ebook's para nada, andando pela casa quase batendo nas paredes (no meu caso) só para não adiar nem por mais um segundo a leitura fascinante.
O mais interessante é que o conto não é centrado na princesa Aurora, a construção das histórias dos outros personagens é complexa e muito bem estruturada, cada um tem um passado importante para o resultado final da história e ninguém é mais ou menos importante, cada história se entrelaça de uma forma incrível, gerando assim Adormecendo na Escuridão.

Uma leitura que vale muito a pena, e você pode adquirir o seu ebook na Amazon. Para saber mais detalhes sobre a trilogia, A Saga Bela Adormecida, você pode entrar no site oficial, seguir a obra no instagram, curtir a página do livro no facebook, seguir no Twitter e se inscrever no canal do Youtube.


Nota:

  



terça-feira, 8 de julho de 2014

Resenha - O Guarda (Contos da Seleção)

Assim como o Príncipe, O Guarda é um conto que faz parte da mesma história que A Seleção, só que dessa vez, traz o ponto de vista de Aspen, por quem o coração de América batia mais forte antes dela entrar para a seleção.


Confesso que o Aspen não conquistou meu coração em nada, e sou completamente Maxon, mas achei o conto de O Guarda muito mais bem elaborado do que O Príncipe. 
A autora se aprofundou muito mais na história do reino, sobre os prós e contras da monarquia, e eu achei isso muito mais interessante que os sentimentos de Aspen por América. Creio que quando for ler a trilogia eu realmente não vou gostar nada nada de Aspen, mas para as shippers dele, me desculpe, haha.
Acho que tratar a história do reino de Iléa, das batalhas contra os rebeldes, da rigorosidade nas punições quando alguém desrespeita as normas, creio que isso tem muito potencial na história, e que na minha opinião daria um ótimo enredo.

O que eu me apaixonei mais ainda no conto foi a história de Marlee e Woodwork, iria adorar um conto só deles, acho que eles foram o mais legal do conto, e sem falar que são adoráveis, apesar dos pesares.

E vocês o que acharam de O Guarda? E quem vocês preferem, Aspen ou Maxon?

Nota:


Assim como no O Príncipe só não dou 5 cafézinhos por ser só um conto e não uma obra completa, mas os 3 cafézinhos indica que é bom e vale a pena ler.

domingo, 6 de julho de 2014

Resenha - O Príncipe (Contos da Seleção)

Todos falam muito bem da febre que é A Seleção, mas eu estava receosa de comprar pra ler e não achar tudo isso, as vezes acontece. Então como o e-book estava gratuito no aplicativo do iPhone, decidi baixar pra me adentrar melhor no universo antes de me jogar com tudo numa nova série.

O conto traz a história de Maxon nos dias que antecedem a seleção, seu nervosismo, medos, insegurança, tudo o que um jovem príncipe possa sentir antes de um evento que irá mudar sua vida.
Eu gostei muito de ter lido ele antes por mais que dê spoilers da série porque o contro apresenta os personagens do rei, da rainha, e outros de uma forma mais detalhada, me apaixonei pelo conto e por Maxon, o fato dele ser apaixonado por fotografia e ser um jovem cheio de dúvidas é realmente adorável.

Não tem muito o que falar sobre o conto, afinal ele é tão curtinho, mas o pouco que ele traz de Iléa, explica como funciona esse país, e te dá uma base bem melhor para ler A Seleção. No final ele traz os dois primeiros capítulos de A Elite, então acho que deveria ter lido ele depois de ler A Seleção, mas sou rebelde e mudo a ordem, haha.

Achei linda a forma que Maxon e América se conheceram, não sei ainda se trazia isso no livro, mas não vejo a hora de por as leituras em dia e descobrir mais sobre essa saga, que nem li ainda, e já estou amando.

Nota:




Só não dou 5 cafézinhos por ser só um conto e não uma obra completa, mas os 3 cafézinhos indica que é bom e vale a pena ler.

sexta-feira, 4 de julho de 2014

Resenha - Cidades de Papel

Depois de ler a culpa é das estrelas, decidi fazer uma maratona John Green, então meu segundo livro do autor foi, Cidades de Papel, que li em dois dias, e simplesmente não conseguia parar de ler. Quanto mais lia, mais do livro queria!


O livro traz a história de Quentin, ou simplesmente Q, e Margo Roth Spielgeman, que se conhecem desde os dois anos, mas aos nove anos, encontram um corpo no parque, enquanto andavam de bicicleta.
Nesse dia, algo despertou em Margo, um lado detetive, um lado aventureiro, a partir deste dia ela não era mais a doce Margo de Q, e sim uma nova aventureira e rebelde Margo, que se afastara de Quentin após aquele acontecimento.
O livro narra o último ano deles na escola, Margo se tornara popular, e Q tinha seus dois amigos fieis, Ben e Radar, e com uma vida bem mais simples do que Margo.
Um belo dia, Quentin se depara com Margo entrando em seu quarto, vestida de ninja, e lhe propondo uma grande aventura, sem se sentir seguro, ou até mesmo confortável com isso, ele aceita, afinal era Margo Roth Spielgeman que lhe propunha isso.
Então, eles passaram por uma noite de vingança, com direito a peixes, pixações e algumas coisitas a más. Terminando a noite com uma invasão no Sea World. Essa era a noite mais incrível da vida de Quentin.

Após essa aventura, Margo some, deixando algumas pistas para Q encontrar algo especial, mas ele interpreta que ela queria que ele a encontrasse, e então ele se põe a procurá-la, sem cessar. Até que um dia ele se depara com um comentário indicando onde ela estava, então com isso, no dia de sua formatura, ele larga tudo, entra na sua nova van, e com seus amigos, Ben, Radar e a nova namorada de Ben, a qual sofrera uma das vinganças de Margo, Lacey. Sem gastar um segundo a mais para explicar aos pais, trocar de roupa ou pegar dinheiro eles entram na van e se põem a cruzar o pais, com os minutos contados, e calculados por Radar, cada Pit Stop, cronometrado, tudo calculado nos mínimos detalhes para que eles a encontrem a tempo, afinal ela só ficaria em Agloe até meio dia.

A viagem cheia de turbulências, me deixou com uma enorme vontade de largar tudo, pegar o carro e sair viajando por ai. Mas pro fim, eles encontram Margo, em um barracão abandonado, que era a Cidade de Papel, cidades que existem apenas em mapas para preservar os Copyright dos cartógrafos e evitar plágios.
O final é como todo livro, o mocinho beija a mocinha, mas pera, para tudo, eles ficam juntos? Não se sabe, afinal ela disse que não é possível voltar para casa e ele não aceita viajar com ela, mas eles se beijam encostam as testas e olham pros olhos um do outro, conseguindo se enxergar perfeitamente na escuridão rachada.

Na minha humilde opinião, esse foi o melhor livro de John Green, sei que muitos, e muitos, e muitos mesmo odiaram o livro, acharam uma leitura arrastada, mas eu fiquei vidrada, sem querer perder nenhum detalhe.
E ao meu ver, quem achou o livro tão ruim, não sacou todas as, digamos que, metáforas que ele quis colocar no livro.
Para quem gostou ou desgostou do livro, acho legal assistirem o vídeo abaixo, onde John explica um pouquinho sobre o que é Cidade de Papel.




Depois desse livro me apaixonei perdidamente por John Green, achei cada detalhe do livro, o que ele investiu, o que ele coloca, cada detalhe, cada significado de nome, pra mim, ele é simplesmente GENIAL.
E Cidades de Papel, até agora, é meu livro preferido do autor.
Espero que tenham gostado desse post tanto quanto eu gostei de escrevê-lo, então comentem, o que acharam do livro, o que não gostaram dele...
Nota:



quinta-feira, 5 de junho de 2014

Resenha - A Culpa é das Estrelas

Sabe aquele livro que você já sabe toda a história? Que pode ser o maior clichê do mundo? Ou até mesmo muito mal falado por algumas pessoas e super bem falado por outras?
Mas mesmo assim, com criticas ou aclamações, eu não aguentava mais ficar sem lê-lo, esse é A Culpa é das Estrelas.


A trama é simples, o romance entre dois adolescentes, e o livro narra a trajetória dos dois, tanto na paixão quanto no combate ao câncer.

Câncer é sempre um problema sério, sentimental e emocionante. Chorar do inicio ao fim do livro foi a minha saga, por isso demorei séculos e mais séculos para terminar de ler algo que leria em um dia.
Na minha opinião, a história é um pouco clichê e bem Nicholas Sparks, mas nem por isso o livro deixa de ser ótimo, maravilhoso, encantador, sério?! O livro é perfeito.

Hazel Grace Lancaster, 16 anos, câncer de tireoide. Augustus Waters, 17 anos, amputado, osteossarcoma. Mas então, qual a verdadeira história?
Duas pessoas com os dias contados, decidem viver, digamos que, intensamente, no pequeno infinto que lhes é concedido.
Achei o livro extremamente realista, a vivência do câncer e de seu tratamento, o realismo que o autor traz para as páginas do livro é incrível, para quem já vivenciou um tratamento de alguém próximo, sabe que os melhores personagens do livro são os pais, tanto de Hazel quanto de Gus.
Os sentimentos de Hazel, são exatamente como imaginei, sei que muitas pessoas acham ela cheia de lenga lenga, mas é exatamente isso que eu esperava.
O personagem de Gus, é incrível, sexy e inteligente, um daqueles que é impossível não se apaixonar.
Me emocionei, chorei, senti raiva do Peter Van Houten, como qualquer um que tenha lido o livro, mas o que mais gostei do livro, foi o livro dentro do livro. Ai como gostaria de ler Uma Aflição Imperial.
Não tenho uma conclusão final para este livro, mas com toda certeza, ele faz parte dos meus favoritos agora. 
Okay?
Okay.